segunda-feira, 13 de abril de 2009

Soneto (?)

Guardo em meu bolso os pensamentos falhos
Enquanto a interminável maré sobe
Ao ocaso perco o astro mais nobre
Por tecer uma colcha de retalhos

O denso tecido, no frio me cobre
Ao pousar-me sobre o chão de cascalhos
A noite escura não tem o trabalho
De congelar meu coração, tão pobre

Os pontos do remendo não são fortes
Pois minhas mãos feridas não se movem
Entorpecidas por profundos cortes

Perco o rumo, sem esperar que aprovem
Tudo o que vejo são meros recortes
Partes da vida de um cadáver jovem

Um comentário:

Andrew disse...

Hi! Tie-chan!
Fine??rs..ok²" i don´t speak english" xD


Ontem tentei te ligar...mas só chamou...=/
Consegui ouvi o coelhinho...rs =]

BJusss
se cuida