terça-feira, 7 de julho de 2015
De volta ao nada
domingo, 14 de abril de 2013
Vida
quarta-feira, 28 de março de 2012
Back in Black
São tantos questionamentos diários, que mal conseguia separá-los para análise mais profunda. Mas essa indignação é muito maior. O problema tomou proporções tão gritantes que ficou impossível ignorá-lo.
O que está acontecendo com as pessoas? Desde quando a moralidade se tornou algo superficial? Desde quando o fútil se tornou o primordial? Desde quando?
Eu sei, já faz um bom tempo. Não acordei de uma hibernação de 30 anos. O que ocorre é a forma como isso tem me afetado. O que antes era uma coisa distante, agora está à porta da minha casa.
Como se pode medir o valor de uma pessoa? Mede-se por sua inteligência? Por seu caráter? Por suas boas ações? Ou pelas medidas de sua cintura, de seus seios, de seus bíceps?
Como devemos passar nosso tempo? Cercados de pessoas de conteúdo, que saibam ser divertidas e que possam acrescentar algo de valioso em nossas vidas? Ou por pessoas lindas e perfeitamente simétricas, cuja vestimenta valoriza ainda mais o conteúdo? (físico, que isso fique bem claro)
Que tipo de contribuição os seres humanos estão buscando para sua vida?
Em uma generalização bem simples eu diria:
1- Homens estão buscando uma mulher com corpo de modelo, dócil e fiel, mas que entre quatro paredes faça o que ele quiser. Não é necessário possuir conteúdo, desde que não demande muito dinheiro e não fale muito. E que saiba seu lugar na casa (na cozinha, na área de serviço, no quarto)
2- Mulheres estão buscando um homem com corpo de modelo e dinheiro de jogador de futebol (mas qualquer um que tenha um carro bom serve também). Não é necessário possuir conteúdo, já que seria impossível acompanhar uma discussão mais complexa que o Big Brother. E que sempre diga o quanto ela é gostosa na frente dos amigos, afinal, é preciso valorizar.
Ou seja, estamos seguindo em direção a uma sociedade de robôs, com corpos e ideias padrão, onde o dinheiro e a imagem são primordiais. Valores distorcidos, amor próprio descartado, culto ao inútil.
É tão raso e sem valor. Por mais pessimista que possa soar, não acredito que haja remédio. Mas tenho fé nas pessoas que estão à parte desse emaranhado de ideias fracas, e que buscam evoluir de alguma forma.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Morfeu - 04/01/2011
Não são nada além de um novo começo
Em que abandono tudo o que conheço
Sem jamais esquecer-me de onde vim
Abraço o novo com todas as forças
Fecho os olhos para ouvir a razão
Emudecida pelo coração
Da forma como ocorre com as moças
Quando em seus sonhos vagam no jardim
De Morfeu... A criação mais bonita
Para que nenhuma delas resista
Ao seu doce encanto: "venham a mim"
Ele sussurra, toca suas mãos
E a sensação de que o sonho acabou
São vestígios de tudo o que restou
Do labirinto chamado ilusão.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Words...
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Realismo X Idealismo
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
And so it is...
Aquele som mágico. Mal conseguia conter minhas lágrimas. Não era apenas o adeus, mas o som entrava por meus poros dificultando a respiração. O vento ficou mais forte, e as vozes o acompanhavam. Nunca poderia imaginar o que aquilo significaria pouco tempo depois. O prazer misturado com a dor, a angústia há muito tempo escondida. Incontrolável. E um pedaço de mim que nunca mais seria encontrado, jogado ao mar de forma displicente, inconsciente. Tornar-me-ei estrela-do-mar, então.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Face it
"One may lose one's way."
"All ways end at the same point, my dear Gladys."
"What is that?"
"Disillusion."
sexta-feira, 30 de maio de 2008
And there was silence...
quarta-feira, 28 de maio de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Não consigo pensar em outra...
High heels of crystal
Stuck in the heart
Daylight that heals
The fullmoon scars
Spider strategy
And the wish to be
At one with me
Throughout the fright
It is so real
So full of light
Nocturna steals the night
Sister of cain
All our breed slain
The youthful oath
Remains the same
Le mal de vivre
That never ends
But the hunt goes on
Throughout the night
It is so real
So full of light
Nocturna steals the night...
quarta-feira, 26 de março de 2008
Soneto # ??? (A pedidos)
Os mesmos ruídos mudos
Zombam da mente confusa
Até que a névoa difusa
Revele os corpos desnudos
A lágrima grossa e quente
Desliza manchando a face
O que desejo é que abraces
Meu corpo, minh'alma e mente
Se um raio de luz surgir
Em meio à desilusão
Certa, a hora de partir
Sem pensar, caminho em vão
Não sei bem o que sentir
Pois não tenho coração.
domingo, 9 de março de 2008
And then?
Sufocada. Arranjou uma desculpa para sair. Poderia ir e voltar, como o previsto, ou poderia mudar o rumo e seguir sem destino a algum lugar mais afastado dos olhares curiosos. Independentemente do que passava por sua mente, alguém sabia. A solidão que buscava estava perdida. Uma pessoa se ofereceu para acompanhá-la durante o trajeto, zelando por sua segurança, aparentemente. Apesar de insistir que não era necessário, não havia mais volta. Seguiu, esforçando-se ao máximo para não proferir palavras rudes, mas sem sucesso. Porém, a pessoa que a acompanhava parecia entender que o interior não estava muito bem, e insistiu na conversa banal. Caminharam, lado a lado, conversando pouco. Ela sabia que perder o controle não resultaria em uma cena muito bonita, então respirou fundo, não permitindo que nenhuma lágrima caísse. Enquanto era questionada quanto a seus problemas, pensamentos inundaram seu cérebro, pois a resposta era evidente e não poderia ser exposta de modo algum. Mais uma respiração profunda. A luz se aproximava. Um carro. Não, não poderia cometer tal ato pecaminoso. Sua alma já não era tão bela e, maculada com seu próprio sangue, seria ainda mais tosca. Chegaram ao destino e logo retornaram. Seus passos eram apressados, como se quisesse fugir. Mas não poderia fugir. Ao entrar, sabia que o restante da noite seria daquele mesmo jeito: previsível. Estava enganada. Sozinha, a exaustão a impediu de terminar seu filme. Algo a despertara de seu sono. Mas mesmo surpresas já não a distraíam por muito tempo. Tornavam-se pensamentos perdidos em outros pensamentos. Dúvidas e preocupações. Remorso. Culpa. Sentia vontade de gritar. Patética. Estava sufocada.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Dor...
"Cause I want it all... And I want nothing..."
And as the wind blows, I finally find myself sleeping... And dreaming... I just can't remember a thing... The blood was pouring and my hands were red, all I could see was a tear I did not shed...
sábado, 26 de janeiro de 2008
Colors
Estive pensando nisso esses dias. Por exemplo: a pele. A pele tem uma cor "normal", que varia de acordo com a exposição ao sol. Mas se observarmos sua cor sob a luz branca, o tom é diferente. Assim como é diferente ao observarmos sob uma luz amarela, ou azul. Poderiam afirmar que sob a luz natural tem-se a cor verdadeira. Mas durante o dia os raios do sol incidem sobre a Terra com diversas intensidades. Seria a cor verdadeira encontrada sob o sol do meio dia? Ou sob o sol das oito horas da manhã? Ou de noite? Qual é a cor verdadeira? São todas essas "tonalidades" geradas pelas diferentes fontes de luz? Talvez a resposta esteja na cor preta.
SECRETARIA! SECRETARIA!
SEC! THE BEST!